As Unidades Industriais de Químicos Básicos e de Poliletilenos (QB e PE/DCX) colocaram em operação um novo sistema de alarme de comunicação de emergência, por meio de cornetas pneumáticas. Esse sistema, que entrou em operação em fevereiro de 2009, substituiu a sonorização por alto-falantes, que apresentava pontos “surdos” em algumas áreas da planta. Este novo sistema é composto de 3 cornetas pneumáticas instaladas no ponto mais alto da Planta de Polietilenos. O Acionamento é feito na Sala de Controle Principal, pelo Coordenador Geral de Emergência, e possui 3 toques:
| Alerta | Toques curtos e intermitentes. | Parar o trabalho e aguardar instruções com calma e em silêncio. |
|---|---|---|
| Fuga | Toque longos e intermitentes. | Abandone seu posto de trabalho com calma e, em fila indiana siga para um dos diversos Pontos de Encontro da planta. |
| Fim de Emergência | Um toque contínuo por 30 segundos. | Indica fim da emergência, podendo retornar ao trabalho. Este sistema de alarmes é testado todas as terças feiras às 14h. |
| Abandono da planta | Este tipo de informação é comunicada via sistema de alto-falantes e rádio pelo Coordenador Geral de Emergência. | É feito pela Sala de Controle Principal e orienta as pessoas a se dirigirem ao Ponto de Encontro Nº 1, junto à Portaria Principal, para fazer uso dos ônibus estacionados. |
PAM-CE (Plano de Auxílio Mútuo de Campos Elíseos) – As UNs Quattor QB e PE/DCX foram eleitas Coordenadoras deste programa para o ano de 2009. Reuniões mensais ordinárias em andamento e simulados de emergência agravada mensais estão acontecendo sem aviso prévio, conforme planejamento anual.
Desde 1988, o Polo conta com o Processo APELL, que é um programa criado pela UNEP (Departamento da Indústria e Meio Ambiente das Nações Unidas). O APELL foi desenvolvido como uma resposta da ONU aos incidentes de poluição industrial ocorridos no final da década de 70 e início da década de 80. A sigla APELL é a abreviação de palavras em inglês que significam "Alerta e Preparação para Emergências em Nível Local". O objetivo do Processo APELL é criar e aumentar o grau de mobilização e alerta da comunidade para os possíveis riscos existentes na fabricação, manuseio e utilização de materiais perigosos e, nas etapas seguintes, sensibilizar as autoridades e a indústria no sentido de proteger a comunidade local.
A participação das comunidades do entorno do Polo Industrial, no Plano de Evacuação da população, através do Processo APELL, é aplicada com louvor pelas empresas da Assecampe (Associação das Empresas de Campos Elíseos), com um grande simulado no final de cada ano. Num segundo momento, talvez mais importante que o primeiro ponto, vem a manutenção (permanência) dessas comunidades com 1200 voluntários apoiando os treinamentos desde 1999, embora tenha começado efetivamente com a Assecampe em 2001. As atividades paralelas que são desenvolvidas com os voluntários podem ser o diferencial, tais como: monitor de Rapel, Resgate em Área de Difícil Acesso - RADA, Bombeiro Profissional Civil - BPC, Socorristas, Capelania - orientação aos Pastores e Padres sobre como procederem no auxílio e no atendimento à população em situação de calamidade, palestras e orientação sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST, treinamento de maquiagem, orientação com bússola em área de floresta, entre outros. Boa parte desses treinamentos são solicitados por algumas empresas da região quando da seleção de seus funcionários, dependendo da função, e muitos têm conseguido colocação com os certificados emitidos pelo Processo APELL, em parceria com a Defesa Civil Municipal e Estadual e Cruz Vermelha Brasileira. Esse diferencial, ausente nas demais regiões onde o Processo APELL também é adotado, é que faz a permanência dos nossos voluntários, cuja adesão vem crescendo consideravelmente.
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QB-PE/ABC
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